Parlamentares

SIGAMOS DEFENDENDO A POPULAÇÃO HONESTA E TRABALHADORA QUE TUDO VAI DAR CERTO

A Constituição de 1988 conferiu às Polícias Militares a função de segurança pública direta, aquela que cujas atividades são efetivamente de contato físico entre o agente e o cidadão, uma vez que para a realização de uma prisão acontecer, é indispensável o uso da força física. Portanto, o poder executivo utiliza-se da estrutura policial militar para a prestação destes serviços a todos os cidadãos, indistintamente. Quando algo sai do controle, mormente quando um crime é cometido, o aparato policial irá restabelecer a ordem, trazer o suspeito do cometimento do crime para ser julgado pelo poder judiciário, e impedir que a vítima – ou terceiros – façam eles mesmos justiça pessoal.

Vejamos que foi opção do constituinte originário dar essa missão viril à Polícia Militar, pois já se sabia que ela seria capaz de dar conta do recado, sem desmerecer as demais polícias. Ora, a atuação é, por definição, perigosa e arriscada, lida diretamente com a criminalidade organizada ou desorganizada, de forma que a própria natureza do serviço seja sempre extremada, no limite. Logo, esta situação de constante contato físico entre o policial e as pessoas mexe com os nervos de todos e acaba refletindo diretamente na imagem da polícia, o que é normal no meu ponto de vista. Tivéssemos nós recebido a missão de ficar nos escritórios, com ares-condicionados, atendendo com hora marcada, talvez não reverberassem tantos ataques contra a corporação.

Não obstante, percebo que os desejos de extinguir a PM vêm somente daqueles que historicamente fazem parte da esquerda brasileira, principalmente da “esquerda caviar”, como bem definiu o Rodrigo Constantino em seu livro, que não conhecem a realidade das ruas e residem nos condomínios de mais alto padrão das cidades brasileiras, enquanto os pais pagam o boleto dos seus iPhones. Roberto Campos costumava descrevê-los como “trabalhadores que não trabalham, estudantes que não estudam, e intelectuais que não pensam”. São pessoas que apenas repetem as palavras de ordem escritas por alguém que controla suas mentes, mas não passam de massa de manobra com discursos incoerentes.

Portanto, não devemos dar muita atenção a esta minoria raivosa, mesmo porque eles insistem nesse mantra há meio século, mas ninguém lhes dá mais atenção. Os policiais militares têm de saber que a maioria da população, honesta e trabalhadora, torce efusivamente pelo sucesso das suas ocorrências e jamais poderiam viver sem a presença deles nas ruas. Não nos esqueçamos de que somos aplaudidos nas ruas!

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