Parlamentares

QUEM QUER A EXTINÇÃO DA POLICIA MILITAR?

Em junho de 2013, no dia 20, mais de 1,25 milhão de pessoas ocuparam as ruas de 130 cidades do país. O Movimento do Passe Livre (MPL) iniciou as manifestações como expressão de uma nova forma política de agir. Suas pautas não se reduziam ao preço da passagem dos ônibus, ainda que essa tenha sido uma estratégia política relevante. Esse movimento tem se referido mais amplamente aos direitos do cidadão no que diz respeito à mobilidade urbana de uma forma geral.

A esse movimento se juntaram outros grupos que pediram, dentre outras pautas, o combate à corrupção e também para manifestação por habitação, saúde, transporte e educação. A onda de insatisfação desestabilizou o governo da Dilma, que tinha aprovação de 57% e viu sua popularidade cair à metade naquele mês.

Esses movimentos, sem vínculo com os movimentos de esquerda, se opunham tanto ao Partido dos Trabalhadores (PT) quanto aos demais movimentos esquerdistas aliados dos governos petistas. Alguns movimentos orquestrados por movimentos radicais e ditatoriais que desejam implantar uma ditadura de esquerda no país aproveitaram as mobilizações das ruas para empunharem as suas bandeiras e provocarem a baderna. Nesses grupos se juntaram integrantes do crime organizado que têm na Polícia Militar o seu maior obstáculo, uma para a tomado do poder, e o outro para o domínio da sociedade pelo crime.

Agora, se aproveitando das manifestações nos Estados Unidos, voltam a repetir “Tem que acabar com a Polícia Militar”.

É notório que nas manifestações atuais não encontram eco na maioria da população, pois as polícias militares são respeitadas e bem-quistas em todo o país, não somente pela sua atuação hoje em dia, mas também pela sua história de defesa da sociedade e do país. Nas manifestações ordeiras, têm sido rotineiro muitos cidadãos aplaudirem os policiais militares e procurarem os integrantes da PM para posarem em fotos que são amplamente divulgadas nas redes sociais.

Como em quaisquer instituições, surgem algumas não conformidades, mas poucas instituições são tão céleres para as devidas apurações. E um número menor ainda promovem uma depuração interna como a Polícia Militar. Seus milhares de integrantes fazem o controle interno dos desvios de conduta. E afirmamos que poucas áreas estatais o fazem como na Polícia Militar.

Esses grupos estão agora preocupados com o amadurecimento político dos integrantes da polícia militar, pois uma instituição militar que tenha os seus membros com pleno cidadania, com consciência política e com representação nos poderes contribuirá sobremaneira com a qualificação na prestação do serviço público e na defesa da própria sociedade.

O momento é de União, mobilização e de fortalecimento das entidades associativas, para juntos garantirmos a representatividade da nossa categoria, e cada vez mais termos efetiva e direta atuação em todos os poderes e esferas do País. Assim, com esse amadurecimento e consciência política, o crime e os revolucionários ditatoriais podem continuar a tentar a extinção da polícia militar, mas enquanto existirem heróis e homens de bem em São Paulo e no Brasil eles não vão conseguir, pois sempre terão que enfrentar o guardião do povo e do estado democrático de direito.

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