Parlamentares

A QUEM INTERESSA O FIM DA POLÍCIA MILITAR

As Polícias Militares são instituições bicentenárias que foram criadas com a chegada da família imperial portuguesa ao Brasil. Elas construíram as fronteiras e a consolidação da democracia no país, participando de guerras como a do Paraguai, da Revolução Constitucionalista de 1932 pela existência de Constituição e também da segunda guerra mundial para libertação do povo italiano no nazismo.

O povo brasileiro de todas as camadas sociais respeita e admira as policias militares em todos os estados do país, isso foi visto nos movimentos sociais na luta pelo combate a corrupção, quando muitos manifestantes aplaudiram os policiais militares, ou mesmo em pesquisa feitas em Universidades, como em Brasília, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Mas se o povo respeita e admira a Polícia Militar, porque alguns grupos “ditos de movimentos sociais”, alguns partidos políticos de esquerda e segmentos da imprensa atacam tanto a Polícia Militar e pedem a sua extinção?
Eles chegam a repetir o mesmo discurso, a mesma ladainha: “para fazer policiamento não pode ser militar” e “a formação militar gera violência”.

Nessas afirmativas, quem têm um pouco de cultura e visão de mundo, na história passada e atual, verifica-se que ela é patrocinada por movimentos revolucionários ou pelo crime organizado, que vêm na Polícia Militar a instituição com esteio para manutenção da lei e ordem, bem como da governabilidade do país, pois é o soldado de Polícia o único agente público a atender qualquer cidadão em todos os rincões do país, as 24 horas do dia, todos os dias do ano.

O enfraquecimento ou a extinção de uma instituição como a Polícia Militar interessa principalmente aos grupos que desejam alterar o ordenamento do país, principalmente por vias não democráticas e subjugando a vontade da maioria da população.

Esses agentes revolucionários que utilizam um falso discurso democrata, defendem a polícia ditatorial de países ditos comunistas, e nesses países elas são todas militares. Agem com ignorância ou má-fé? A resposta é clara!
O crime organizado, como o Primeiro Comando da Capital, com notória dedicação ao tráfico de drogas, organiza grupos com características paramilitares para manter o controle de áreas e impor “sua ordem”, e têm na Polícia Militar a sua maior oposição, pois o soldado de polícia, com armas obsoletas enfrentam marginais fortemente armados. Esses grupos se aproveitam de qualquer manifestação para tentar levantar a sua bandeira contra as instituições, como se do movimento fossem, e na esteira das manifestações nos Estados Unidos, ouvimos novamente “Tem que acabar com a Polícia Militar”.

Outros grupos da chamada esquerda caviar, como dos vários governos de São Paulo, desde a “era Covas”, tentam extinguir a PM de forma sistêmica. Mantendo os salários sempre baixos, ao mesmo tempo escravizam o policial militar vendendo a sua folga para as prefeituras, ou a famigerada DEJEM para o Estado.

Dessa forma, com salários baixíssimos, os policiais militares paulistas passaram a empenhar a quase totalidade de suas folgas num trabalho extenuante, o qual poucas horas antes havia deixado para repouso. O policial militar fica sem o necessário o repouso, sem o convívio familiar, sem o lazer, bem como não pode investir no estudo ou maior qualificação, e desqualificado justifica o pior salário do Brasil.

Esses ditadores revolucionários e o crime organizado não venceram e não vão vencer os nossos heróis, e a instituição bicentenária da sociedade vai continuar a sua jornada na defesa da vida, da integridade física e do patrimônio do povo paulista e brasileiro.

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