DEFENDA PM E AOPM UNIDAS PELA DEFESA DA PMESP E PRERROGATIVAS DA OFICIALIDADE

 (*) Ernesto Puglia Neto

 

Na manhã de 04/09/17, e cumprindo uma das minhas primeiras missões como Secretário-Executivo da DEFENDA PM, dirigi-me à Associação dos Oficiais da Polícia Militar (AOPM), a fim de me encontrar com grandes amigos e nobres batalhadores pela nossa Polícia Militar: Cel PM Chiari (Presidente AOPM), Cel PM Petinato (Presidente do Conselho Deliberativo), Cel PM Milton (Vice do Conselho Deliberativo), entre outros nobres diretores iniciando união em defesa da nossa gloriosa Instituição.
O encontro foi tão importante que a convergência de esforços (AOPM e DEFENDA PM) em defesa da Instituição ficou materializada nas fichas associativas à DEFENDA PM dos Cel PM Chiari, Cel PM Petinato, Cel PM Milton e Cel PM Bexiga, nossos mais novos sócios.
Também nos comprometemos de manter reuniões periódicas conjuntas para tratar de pautas comuns às associações e a defesa institucional.
Destaco, ainda, a presença do nosso eterno Cmt Geral, Cel PM Carlos Alberto de Camargo, que já é associado DEFENSOR PM e nos ajudou de forma ímpar para que a união da Oficialidade Bandeirante se concretizasse.
Tenho a plena convicção que nos fortalecemos nesta data como Instituição, e poderemos fazer mais ainda pela nossa PMESP! Afinal, como diz nosso slogan: JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!
(*) É Coronel da Reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) e Secretário-Executivo da DEFENDA PM.

www.defendapm.org.br 

 

LLDF ADVOGADOS ASSOCIADOS, UM DOS ESCRITÓRIOS PARCEIROS DA DEFENDA PM, CONQUISTA IMPORTANTE VITÓRIA JUNTO AOS TRIBUNAIS

Em ação de reparação de danos morais movida por Oficial da PM contra a Editora Abril, por publicação indevida de sua imagem associada a notícia de cunho negativo para a Instituição, a editora foi condenada em primeira e segunda instância a pagar indenização ao Oficial.

O processo se encontra em fase de execução e a Diretoria da DEFENDA PM parabeniza o escritório pela brilhante atuação em defesa da imagem do associado.

Processo principal: 1005000-72.2016.8.26.0011

UMA BELA OCORRÊNCIA DA POLÍCIA CIVIL, PARABÉNS AOS ENVOLVIDOS

Uma bela ocorrência da polícia civil, parabéns aos envolvidos.

Mas não poderia deixar de fazer uma pergunta, dias atrás um policial militar também se envolveu numa ocorrência onde um marginal foi morto, segundo a polícia civil, ela deveria conduzir o inquérito para dar maior transparência, quer dizer que neste caso eles podem fazer o inquérito deles mesmo??? Vamos aplicar a mesma regra? Que tal para dar transparência a polícia militar faça esse inquérito onde policiais civis estão envolvidos? 

Cadê o Secretário de Segurança Pública agora???

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1958083397745539&id=1378617549025463 

http://m.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/09/1915560-acao-policial-para-frustrar-roubo-no-morumbi-termina-com-10-mortos.shtml

DEZ INTEGRANTES DE QUADRILHA MORREM EM CONFRONTO COM A POLÍCIA CIVIL EM BAIRRO NOBRE DE SÃO PAULO

(*) Elias Miler da Silva

 

O local foi preservado pela própria Polícia Civil…. Normal.
A perícia foi realizada pela Polícia Técnico-Científica…. Normal.
As mortes em decorrência de intervenção policial serão apuradas/investigadas pela própria Polícia Civil…. Normal.
 

O FATO

 

Na noite de 03/09/17 fomos surpreendidos pela notícia de uma ocorrência na qual 10 pessoas que, identificadas como integrantes de uma quadrilha que praticava roubos a residências em áreas nobres, ocupando veículos blindados e ainda trajando coletes a prova de “balas” foram mortas pelas Equipes do GARRA e do DEIC.
O número de mortos na ação, a posição dos corpos e circulação das fotos dos cadáveres das pessoas perfilados, e ainda, de fotos de curiosos trajando chinelos próximos aos estojos de munições deflagradas, também chamou a atenção de todos.
Assim, toda aquela discussão da semana passada sobre a Resolução do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo (TJM-SP) nº 54/2017, e a falácia midiática, de que o documento do Tribunal Militar “autorizava os PM a mexerem na cena do crime”, na qual setores da imprensa, em especial do canal G1, e alguns ditos especialistas em segurança tanto questionaram, esvazia-se na prática do que esta ocorrência nos mostra na noite deste domingo.
O que falarão agora? Vamos criar outro órgão para investigar essas 10 mortes em decorrência de intervenção policial?
Vamos passar para a Polícia Militar investigar?
Não estamos aqui questionando a atuação da Polícia Civil, pois cabe à sua Corregedoria e ao Ministério Público a imparcialidade da apuração, mas questionamos os Delegados de Polícia, o Chefe do Ministério Público Paulista, o Ouvidor de São Paulo e setores da imprensa, pois se não fosse num bairro nobre e a ação fosse da PM, certamente já teriam se pronunciado contra a atuação dos policiais militares com inúmeras críticas.

 

Tudo isso demonstra claramente o preconceito que a Polícia Militar sofre diariamente por alguns setores da imprensa e por ditos “especialistas” do setor acadêmico.

 

Apoiamos e defendemos os nossos irmãos policiais do GARRA e do DEIC, pois se foram recebidos a tiros como retratado, revidaram à altura. E, felizmente, não houve feridos do lado da polícia e nem de cidadãos de bem que estavam pela rua.

 

O que se quer ressaltar aqui é que não aceitamos e não aceitaremos essa discriminação por parte de quem quer que seja, e apoiamos toda ação legítima, sendo uma prerrogativa da instituição policial que atuar preservar o local do crime para a perícia, apreender armas e objetos do crime, apurar a infração e sua autoria e enviar ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, cabendo a este o controle externo da atividade policial.
Assim preconiza a Constituição Federal, o Código de Processo Penal Militar, o Código Penal Militar e a Resolução do TJM aqui citada.

 

(*) É Coronel da Reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) e Presidente da DEFENDA PM.

www.defendapm.org.br